Já não me deito nas acácias do teu corpo
nem me visto, nas giestas dos teus braço
onde o bosque se calou na solidão, amor.
Abraça-me, sinto frio…As violetas que colho nos teus olhos
calam-me a dor minguante,
em pequenos cristais de sal, melodiosos
Já não sinto medo,
Corto com a lâmina de vidro, os glaciares
de velas,
que velam por mim,
num jardim de gerberas perfumadas,
aromas de nós, ainda desconhecidos.
Aceita-me, como um cravo,
despe-me pétala a pétala
até que o caule encontre,a raiz de um poema só nosso.

Sabemos que quando os anjos
ResponderExcluirescolhem ficar na terra
eles perdemas suas asas.
Anjo Negro
ResponderExcluirAnjo Negro
que dentro de mim vives,
força da natureza que que a mim me transformas
sinto a magia , a energia de tua alma
sinto o vigor de tuas asas
e a paz de teu coraçao.
A revolta de teus pensamentos,
e o reconforto de tua aurea.